05.11.25
David Byrne, no seu livro "Diário da Bicicleta" (Quetzal, 2010):
"Para Nova Iorque, Peñalosa recomendou que primeiro se imaginasse o que uma cidade poderia ser. O que uma pessoa desejaria que fosse, que poderia ser alcançado em cem ou mais anos. Tal como com as grandes catedrais góticas, temos de imaginar uma coisa que não vamos ver durante a nossa vida, mas uma coisa que os nossos filhos e netos poderão vir a conhecer. E isso também nos liberta da hipótese de descartarmos uma ideia rapidamente por ser considerada demasiado optimista ou pragmaticamente improvável."