30.12.24
Daniel Carrapa, no blog A barriga de um arquitecto:
Um dos traços curiosos desta nova internet foi a perda da memória. Os blogues eram facilmente pesquisáveis através de um arquivo cronológico gerado automaticamente. Mas nas novas plataformas que se seguiram, pesquisar o passado é uma tarefa sempre difícil. No Instagram, no Twitter ou no Facebook, as ferramentas de busca são restritas e pouco intuitivas, como se o atrito fosse não tanto uma falha, mas uma característica. O que prevalece é o “feed”, como se só o agora existisse.