27.01.25
Ainda Martin Latham, nas "Crónicas de um livreiro":
Mais do que isso, ele percebeu que não se importavam com a diferença que existe entre as duas coisas; o que era importante a respeito da história no antigo Irão era a sua utilidade enquanto motor de uma inspiração coletiva consciente. G. K. Chesterton defendeu essa estranha ideia da historicidade do mito: «A fabula é mais histórica do que os factos, porque é a história de mil, não a de um só.»