24.02.25
"A caminhada como expressão da ira, da decisão vazia. Fazer-se à estrada é sempre partir: deixar para trás. Há sempre, nestas abaladas a pé, algo de definitivo, em falta noutras formas de transporte, em que se pode dar meia-volta, em que nada é irreversível. Também sentimos, ao partir, um misto de ansiedade e ligeireza."
— em "Caminhar - Uma Filosofia", de Frédéric Gros.