28.07.25
"Numa breve passagem que reverbera de significados ambivalentes no entanto, Werner Herzog considera o século XX "um horror", "um erro". Acontece no decurso de um curto manifesto antipsicanálise que talvez involuntariamente também se torna numa boa parábola sobre o cinema: "mais rapidamente preferia morrer do que ir a um psicanalista (..) quando se ilumina todos os cantos de uma casa esta torna-se inabitável", que é uma coisa que também se podia dizer dos filmes que trazem os cantos todos iluminados."
Luís Miguel Oliveira, num artigo do Ípsilon sobre o livro "Cada um por si e Deus contra todos", de Werner Herzog.